Leitura de documentos
Faturas de fornecedor, guias e contratos chegam em PDF ou digitalizados. São lidos, os campos extraídos e validados contra a encomenda.
O que sobra: as exceções, que é onde faz sentido haver uma pessoa.
Escolhemos consigo um processo repetitivo, construímos, medimos o resultado contra o trabalho manual, e só depois se decide se vale a pena alargar.
Preferimos ser específicos a prometer transformação. Estas são as soluções que hoje construímos com resultados que se medem.
Faturas de fornecedor, guias e contratos chegam em PDF ou digitalizados. São lidos, os campos extraídos e validados contra a encomenda.
O que sobra: as exceções, que é onde faz sentido haver uma pessoa.
«Quanto faturámos a este cliente no trimestre?» A resposta vem dos dados do ERP, sem construir relatórios.
Útil para: quem precisa de números depressa e não vive dentro do sistema.
Dentro de regras definidas consigo, o agente cria o registo, avisa quem tem de saber e atualiza o que for preciso.
Com limites: as decisões de peso ficam sempre com uma pessoa.
Com a passagem para a Cegid, o produto passou a incluir os agentes Cegid Pulse. Vêm de origem — mas de origem não conhecem o vocabulário da sua empresa nem o seu processo.
Ligá-los aos seus dados e afiná-los ao que a empresa faz é muitas vezes o ponto de partida mais barato, antes de se desenvolver o que quer que seja de raiz.
Ver o Cegid PHCNenhum projeto nosso começa por uma licença. Começa por um processo escolhido a dedo.
Repetitivo, com regras explicáveis, e com volume suficiente para o ganho ser visível.
Algumas semanas com dados reais. O resultado é medido contra o que a pessoa fazia à mão.
Integração no ERP, permissões e registo de tudo o que o agente faz — auditável desde o início.
Um agente que ninguém supervisiona degrada-se em silêncio. Vigiamos e corrigimos.
Se tiver regras que alguém consegue explicar, provavelmente dá para automatizar.